sexta-feira, 8 de março de 2013



O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto. Hoje pra mim, todo esse contexto histórico não faz mais muito sentido, o que realmente interessa nesta data, é a celebração de um dia merecidamente delas. Nada mais justo ter um dia dedicado só pra elas, especialmente escolhido pra homenagear essas guerreiras que tem o poder de conciliar trabalho, emoção, lar, esposos, filhos e são mestras na arte de amar.
Me orgulho de ter na minha vida, ou melhor, de fazer parte da vida de várias dessas guerreiras, guerreiras essa que são mães, filhas, esposas, sogras, noras, netas.
Obrigado Luciana (mãe), Gorette, Inês, Bartira, Glória, Neuza, Flora (tias), Meu amor Kimy (esposa), Orleny (sogra), Brenda (cunhada),Bruna e Vitória (Sobrinhas). Obrigado por fazerem parte da minha vida e obrigado por ter construido meu caráter e terem me ensinado a ser o Homem que hoje eu sou.

Parabéns pelo seu dia, amo muito todas vocês!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Amo muito tudo isso

Todos já observamos nos comerciais das novelas e dos programas que mais gostamos a nova campanha publicitária da rede McDonald's.
A campanha produzida pela empresa Taterka intitulada "Muito além da cozinha" foi criada para ser distribuida para 17 países da américa latina na tentativa de ludibriar o consumidor mostrando fazendas de criação de gado de corte de onde supostamente é feita a carne de seus hamburgueres e plantações gigantescas de alfaces e batatas maravilhosas. Quando o comercial começa tenho vontade de processar a rede de fast food por tal violação da minha inteligência. "Os sanduíches do McDonald's você já conhece, o que você ainda não conhece é a origem dos nossos produtos." É com essa tão linda frase que começa o comercial, com belas imagens de todos os produtos que certamente não chegam até o consumidor. E tem mais, eu gostaria de descobrir realmente de onde vem as batatas, a alface e a carne servida nos sanduíches da rede, tenho certeza que não é dessa fazendinha fantasiosa.

A pouco tempo tive o desprazer de comprar uma dessas "delícias", e como sempre acontece observei todo o marketing inserido naquele pequeno sanduíche. Na caixinha tinha escrito: "Um sabor que você não esperava", logo abaixo: "Abra a caixinha e surpreenda-se".


Naquele momento me senti como o Michael Douglas no filme Um dia de fúria. Onde estava aquele hamburguer macio com 5 cm de altura e bastante picles?


Me deram essa coisa magra e miserável que vocês podem ver na foto. Realmente, não tem nada mais gostoso que um pão ensopado de catchup, uma carne crua e uma rodela de pepino que eles chamam de picles.

Se eu tivesse uma submetralhadora eu a teria sacado também. 

Qual é o problema da rede, o que tem de errado em fazer um sanduíche pelo menos parecido com o anunciado nas fotos das campanhas? 
Ao invés de gastar todo esse dinheiro com campanhas milionárias, poderiam melhorar o atendimento nas suas franquias e padronizar de fato o produto servido. Se não conseguirem fazer isso, poderiam investir então o dinheiro na confecção de um nariz de palhaço para cada sanduíche servido, porque é assim que me sinto e é assim que somos tratados, como o mascote da marca, verdadeiros palhaços. 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Como os jornalistas são vistos pelos leigos

Minha esposa me mostrou esse texto um dia desses aí, achei por demais interessante por ser exatamente isso que vem a mente das pessoas quando nós jornalistas nos apresentamos como tal.Então, tomei a liberdade de retirar o texto postado por Duda Rangel do blog Desilusões Perdidas e postar aqui também, é muito bom!

O leigo imagina que todo jornalista trabalha em TV, ou melhor, na TV Globo. Jornalismo se resume à TV Globo. Você não aparece no Jornal Nacional? Não? Mas você não é jornalista? Ah, você só escreve. Entendi. Que louco, mas a tua cara é muito conhecida.

O leigo acha que jornalista quebra todos os galhos por ter acesso a gente famosa. Pega o autógrafo dos jogadores do Corinthians nessa camisa. De todo mundo, tá? É pro Dudu, meu sobrinho. E não esquece o do Ganso. Ah, é Pato? Vixe, confundi os bichos.

O leigo acredita que jornalista resolve todas as encrencas de texto da humanidade. Amor, faz a minha carta de pedido de emprego. Faz, vai, você é jornalista, é craque em escrever. Te amo! Ah, dá pra revisar também esse poeminha que eu vou botar no Face?

O leigo supõe que jornalista ganha um puta salário. Já que tu é jornalista, me empresta uns duzentos! É pra pensão da minha ex. Cinquentinha, então. Dez reais, tu não tem dez reais? Caraca, meu irmão, pensei que tu ganhava bem. Tu não trabalha na Globo? 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Cordel de natal


Você irmão ou irmã do sertão ao litoral, falarei sobre um assunto por demais especial. Nesse advento de luz, a estrela é Jesus, e o assunto é o NATAL.

Não importa qual o dia que o menino nasceu. O que importa é que ele existe, morreu e reviveu. De todos é o salvador, só ele é cristo o senhor, o único filho de Deus.

Esse menino Jesus nasceu em Belém da Judéia, seu berço:  uma manjedoura, sua praia: a Galiléia, sua vida: um bom exemplo, dentro e fora do templo, segui-lo: uma boa ideia.

Mas o natal não é somente consumismo, comilança, bebedice e turismo, festividade ou dança. Jesus aqui bem diria, natal é muita alegria, vida nova e esperança.

É momento de reflexão, de mudança de atitude. De ajudar o nosso irmão, de semear a virtude. É o momento de louvor, de cultivar o amor, em toda a sua plenitude.

Natal é nascimento da pessoa mais querida, da pregação da justiça, da paz e da acolhida. A estrela é o sinal, mas a essência do natal, é Jesus o REI da vida.

E nesse espírito natalino o poeta vai embora, mas deixa a sua mensagem correndo pelo mundo afora. Aqui um ponto final, pra você, FELIZ NATAL, voltarei a qualquer hora.

                                                                                                                 Cordel de Antônio José da Costa
(cordelista natural de Icapuí/CE)

domingo, 16 de dezembro de 2012

Bi campeão

No mundo existe uma nação com 30 milhões de loucos


Mas aqui em Fortaleza, em um cantinho muito especial existe dois corações loucos e apaixonados por tí Corinthians. PARABÉNS PELO BI CAMPEONATO MUNDIAL.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Senhor bandido


Ultimamente tenho acompanhado nos nossos veículos de comunicação o aumento do confronto direto entre policia e bandido, ou melhor, senhor bandido. Vou usar este termo “senhor” para evitar que macule a sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade conforme orientações de entidades de defesa dos direitos humanos e eu não quero problemas pra mim.
Pois bem, desde que comecei as minhas atividades como jornalista, mais precisamente como repórter policial, que acompanho o trabalho dessas entidades de direitos humanos, direitos estes que garantem ao senhor bandido um julgamento justo, apesar de muitas vezes o senhor bandido não ter dado essa chance para suas vítimas, e então o senhor bandido graças ao trabalho dessas entidades, garante mais uma “conquista”.
Quando o senhor bandido vai parar na cadeia, lá vem o tal dos direitos humanos reclamar que as dependências das carceragens não são dignas para uma perfeita ressocialização. Porém, dados apontam que são construídas mais penitenciárias do que escolas ou espaços sócias, ou seja, gasta-se mais dinheiro para o senhor bandido voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Voltando ao que eu falava no começo, o confronto aumentou e muitas vezes ninguém sabe dizer porquê, eu digo o porquê. Antigamente senhores bandidos se escondiam quando avistavam o carro da polícia, hoje eles atiram porque sabem que numa troca de tiros o policial sempre será o irresponsável em revidar. Onde vamos chegar? E o que é pior, como se não bastasse a quantidade de senhor bandido espalhado por aí, ainda tem policial que faz dupla jornada, mas isso é só um detalhe, não vem ao caso agora.
Ah, ainda tem mais uma coisa, já estava esquecendo. Já repararam o que acontece quando o senhor bandido faz um refém? São tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Eles conseguem a presença de advogados, imprensa (com direito a helicóptero e tudo), colete à prova de balas, parentes, amigos, eles conseguem fazer até juízes e promotores levantarem a bunda das suas confortáveis cadeiras e saírem dos seus refrigerados gabinetes para protegê-los. Mas se isso é o seu direito, vamos respeitá-lo? NÃO! Como diria Boris Casoy, isso é uma vergonha!
Não podemos deixar que essa situação continue e se agrave, temos que cobrar das autoridades providências emergenciais , temos que tirar esses direitos e regalias dos senhores bandidos, pois quanto mais direitos eles adquirem, maior será o medo que teremos que conviver. A pena de morte funciona nos Estados Unidos, porque aqui não funcionaria? Ah já sei. Uma execução seria violação dos direitos humanos e o senhor bandido morreria no exercício dos seus direitos. BASTA!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Criança tem que ser criança

Acho muito certo que pais e professores estimulem a intelectualidade e o interesse pelos estudos de uma criança desde cedo, mas ai a vir transformar essa criança em um adulto em miniatura é demais.
Ontem ao assistir a uma matéria que fala de crianças superdotadas, uma delas me chamou atenção pela forma de falar com a repórter, confesso que fiquei admirado ao ver que uma criança de nove anos de idade já tinha lido mais ou menos três mil livros e isso foi na ultima contagem dela aos seis anos, mas por outro lado também achei feio, não pelo que estava falando, mas da forma que estava falando que não condizia com sua idade. Então comecei a imaginar a tal menina falando com uma coleguinha da mesma idade, acho que seria assim:  "Vamos desenvolver uma atividade lúdica com estes objetos articulados que imitam os movimentos e as expressões humanas?"
E isso tudo se resume em: "Vamos brincar de boneca?"
Criança tem que ser criança e pronto!